byGicel

domingo, 4 de dezembro de 2011

SENHOR BEBADO

Segundona braba, altas horas da madrugada, delegacia cheia, delegado puto, as horas não passam. . .

De repente, um policial entra trazendo um preso, para quebrar a monotonia.

Era um velhinho caindo de bêbado, todo machucado, fudido, apanhou pra caramba do guarda.

O policial entra na sala do delegado e vai jogando o velhinho no chão, que já nem consegue mais se levantar.

-Taí o meliante, doutor. O que faremos com ele?

-Não quer me dizer primeiro o que ele fez? Pergunta o delegado.

-Estava no bar, bêbado, como o senhor está vendo. Pedi os documentos dele e ele me mandou ir tomar banho!

O delegado, cheio de autoridade, levantou-se da mesa, foi até onde estava o velhinho caído e perguntou:

-E aí vovô, você mandou o policial tomar banho?

O velhinho, encontrando forças, olhou para o delegado e respondeu:

-Mandei, e daí?

O delegado fechou a cara, engrossou a voz e falou pausadamente no ouvido do velhinho:

-E eu, o delegado, o que o senhor vai me mandar fazer, hein?

-Vou te mandar tomar no cú!

Enfezado, espumando pela boca, o delegado gritou aos bufos:

-Ah é, seu velho filho da mãe! Então tome!

E encheu o velho de chutes no estômago, na bunda, no saco. . .

Deixou o coitado à míngua e depois mandou prendê-lo.

O policial catou o velho no chão e o revistou. Em sua camisa, encontrava-se os documentos. Tinha uma carteira funcional do exército, onde se lia: “Austregésimo Fioravante de Menezes – cargo: General 5 estrelas”

Ao ver a cagada, chamou o delegado e mostrou o documento.

O delegado, desesperado, falou:

-Puta que o pariu! O que que a gente faz agora?

O policial, saindo de mansinho:

-Bom, eu vou tomar o meu banho que foi o que o homem mandou. O senhor quer que traga uma vazelina? 
 

VITÓRIA-RÉGIA


 
Vitórias Régias no Museu Paraense Emílio Goeldi
A VITÓRIA-RÉGIA
Os pajés tupis-guaranis, contavam que, no começo do mundo, toda vez que a Lua se escondia no horizonte, parecendo descer por trás das serras, ia viver com suas virgens prediletas. Diziam ainda que se a Lua gostava de uma jovem, a transformava em estrela do Céu. Naiá, filha de um chefe e princesa da tribo, ficou impressionada com a história. Então, à noite, quando todos dormiam e a Lua andava pelo céu, Ela querendo ser transformada em estrela, subia as colinas e perseguia a Lua na esperança que esta a visse.
E assim fazia todas as noites, durante muito tempo. Mas a Lua parecia não notá-la e dava para ouvir seus soluços de tristeza ao longe. Em uma noite, a índia viu, nas águas límpidas de um lago, a figura da lua. A pobre moça, imaginando que a lua havia chegado para buscá-la, se atirou nas águas profundas do lago e nunca mais foi vista.
A lua, quis recompensar o sacrifício da bela jovem, e resolveu transformá-la em uma estrela diferente, daquelas que brilham no céu. Transformou-a então numa "Estrela das Águas", que é a planta Vitória Régia. Assim, nasceu uma planta cujas flores perfumadas e brancas só abrem à noite, e ao nascer do sol ficam rosadas.

Origem: Indígena. Para eles assim nasceu a vitória-régia.

QUI LOUCURA,MEU!!!

Dois loucos tomavam sol na beira da piscina do manicômio até que um deles se jogou na aguá e afundou.

Mais do que depressa o seu amigo, um alto heróico, pulou para salvá-lo. No dia seguinte, o diretor do manicômio foi falar com o louco salva-vidas:

-Meu rapaz, eu tenho duas notícias para lhe dar! Uma boa e outra ruim. A boa é que você vai ter alta! Você salvou uma vida e então nós concluímos que você está curado!

O louco deu um sorriso agradecido.

-A notícia ruim é que o rapaz que você salvou ontem se enforcou!

-Não doutor, ele não se enforcou. . .

-Como não? Nós o encontramos enforcado com o seu próprio cinto, hoje de manhã!

-Ah, mas foi eu que pendurei ele para secar!
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Certo executivo já atrasado para o trabalho, deparou de repente com um pneu furado. Para complicar mais ainda sua situação, ele parou seu carro bem ao lado de uma boca-de-lobo, e com a pressa que estava não percebeu que depois de elevar o carro pelo macaco e tirar os 4 parafusos eles rolaram e cairam na referida boca-de -lobo. Mais uma coincidêcia foi que tambem estava ao lado do muro de um hospício, e um louco reparava tudo atentamente!

E com a perda dos 4 parafusos e o horário já avançado, ele não sabia mais o que fazer; mas. . . De repente o louco gritou de lá de cima do muro:

-Hei moço, faça o seguinte: Tire um parafuso de cada roda e coloque nesta que está sem os prafusos e siga viagem com as 4 rodas com apenas 3 parafusos cada.

E ele prontamente fez como lhe recomendara o louco, agradedecendo-o pela idéia e já ia saindo com o carro quando lhe veio a seguinte dúvida:

-Hei Moço Você Não É Louco?

E ele respondeu :

-Sou, Mas Não Sou Burro! 
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O louco estava escrevendo uma carta, chega o doido e pergunta o que tá escrito, o louco responde:

-Como vou saber? Eu ainda não recebi. 
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Um louco afirma:

-Olha, eu tenho duas coisas ótimas: A primeira é minha memória. A segunda. . .o lembro mais. 
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No momento do casório o padre faz a tradicional pergunta:

- Há alguém aqui que saiba de algum fato que possa impedir a realização desse casamento?

Um sujeito que está assistindo cochicha com um amigo:

- Eu sei.

O amigo, também sussurrando:

- Então por que você não fala?

- Você é louco? Se falar quem tem que casar sou eu. 
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

A FORMIGUINHA LABORIOSA

 A FORMIGUINHA LABORIOSA
Sobre o assédio moral e perseguição
                           Todos os dias a formiga chegava cedinho à repartição e desatava a trabalhar, pois tinha muitas formiguinhas para sustentar.   Produzia e era feliz.
                 Mas o novo chefe, Sr. Leão Nardo, que assumira o posto recentemente,  estranhou que a formiga trabalhasse sem supervisão, e deduziu "ora, se a formiguinha produz um tanto sem supervisão, melhor seria se fosse supervisionada..."
                 E assim o novo administrador contratou a Barata Vital, alguém muito importante e que, segundo alguns entendidos (e por que não dizer: puxa-sacos ?) tinha muita experiência como supervisora, fazia belíssimos relatórios e trazia informações.  A primeira preocupação da  Barata foi a de estabelecer um relógio-ponto digital datiloscópico para controlar a entrada e saída da formiguinha da repartição.  
                Em seguida a  Barata precisou de uma secretária para ajudá-la a preparar e digitar os relatórios. Assim, contratou a Mosca que, além de ficar só voando prá lá e prá cá, organizava os arquivos.
 
               O Sr. Leão Nardo ficou encantado com os relatórios da Barata e pediu ainda estatísticas e gráficos com índices de produção e análise de tendências, os quais eram mostrados em reuniões específicas para o caso. Foi então que a Barata acautelou um lap top e uma impressora laser e admitiu o Grilo Falante para gerir o departamento de informática e informações.
          O Grilo  ficou grilado com todos os acessos de Internet, ligações telefônicas e começou a controlá-los repassando-os aos ouvidos da Barata, que por sua vez os relatava ao Sr. Leão Nardo. Qualquer pó, um cisco qualquer que a formiguinha colocasse em lugar indevido, recebia uma repreensão e punição.
                A formiguinha, autêntica e prática, e que não gostava de afagar egos e satisfazer caprichos de chefe, de produtiva e feliz, passou a lamentar-se com todo aquele universo de papéis, burocracias, picuinhas e reuniões que lhe consumiam o tempo ! 
                Com o passar dos dias o Sr. Leão Nardo concluiu que era o momento de criar a função de Gestor para a área onde a formiga operária trabalhava. O cargo foi dado a uma Cigarra, cuja primeira medida foi comprar uma carpete e uma cadeira ortopédica para o seu gabinete.
     A nova gestora, a Cigarra, precisou ainda de computador e de uma assistente (que trouxe do seu anterior emprego) para ajudá-la na preparação de um plano estratégico de otimização do trabalho e no controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e a cada dia se mostrava mais enfadada, desestimulada, desencantada e deprimida. E ficava agora só pensando besteiras, e não mais tinha tempo para pensar em trabalhar. 
              Foi nessa altura que a cigarra convenceu o gerente, o O Sr. Leão Nardo, da necessidade de fazer um estudo climático do ambiente. Ao considerar as disponibilidades, o Sr. Leão Nardo deu-se conta de que o Gabinete em que a formiga trabalhava já não rendia como antes, e contratou a dona Joaninha, uma prestigiada consultora, muito famosa em auditoria, para que fizesse um balanço, com diagnóstico e soluções.
                A Joaninha permaneceu três meses nos gabinetes e fez um extenso relatório, austero, em vários volumes, que concluía:
                "Há muita gente neste setor".  
               Adivinhem quem o Sr. Leão Nardo começou por despedir ?  A formiga, é claro, despedida por contumácia  porque  "andava muito negligente e improdutiva".
               E a formiguinha, trabalhadora laboriosa, diante de tanta perseguição, desempregada, infartou. Dizem que surtou.

MINERADA

Mineirinho chega à rodoviária e ao chegar ao guichê. . Boa tarde. . Quero uma passagem para Isbuí. . . Passagem para Isbuí? Não, não vendemos passagem para Isbuí. . . Agradecido - disse o mineirinho. . . Ao chegar do lado de fora da rodoviária, encontrou o amigo e disse : Isbuí, não tem passagem para você não. . . .
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Uma repórter fazendo uma matéria sobre nudez, se depara com um mineiro e pergunta:

-Boa tarde, o que o senhor acha da nudez?

Ele todo entusiasmado responde:

- Nossa dona, nudeiz é bão demais da conta.

-O senhor acha mesmo que a nudez é boa?

- Claro dona. É mió nudeiz do que no nosso né. 
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Mineiro esperto

Dois amigos, um paulista e outro mineiro estão sentados conversando, quando um diz para o outro:

- Amigo você sabe guardar segredo?

O mineiro responde:

- Claro que sei, pó contar.

E o paulista fala:

- É que eu estou precisando de R$500, 00 emprestado.

E o mineiro diz:

- Não se preocupe, vou fingir que nem ouvi.
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Um mineiro pergunta pro outro:

- O que faz mais barulho, uma banda ou uma bunda?

- Uma banda, é claro.

- Não.

- Por que?

- Porque uma bunda tem duas bandas e um cujuntinho. 
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Um gaúcho chega em Belo Horizonte, entra em um armazém e diz:

- Quero comprar aquele pinico!

Responde o mineiro:

- Ah, aqui a gente não chama de pinico, o nome é Gaúcho!

Diz o gaúcho!

- Ah bom. Então me vende um gaúcho para eu colocar um monte de mineiro dentro!